A equipe Cedro foi a grande vencedora do 3ºDesafio GVIntel. Foi merecido. Ganharam na avaliação dos jurados e também conquistaram o voto da platéia que esteve presente.

Empreendedores jovens e ambiciosos com um plano bem montado. Veja a seguir um pouco mais sobre a trajetória do Bruno e do Eduardo.

Quem são vocês? Contem um pouco do seu histórico, o que estão fazendo.

Sou estudante do 8º semestre de Design Gráfico – Comunicação Visual no Centro Universitário Senac. Sou também Presidente do Grupo Elefante, Empresa Jr. de Design do Campus. Dividi o projeto com meu companheiro Eduardo Medeiros Cardoso, também estudante do Senac – 8º semestre de Engenharia Ambiental.

Como tiveram a idéia da Echo Music? Foi a primeira idéia?

A idéia é responsabilidade do Eduardo. Quando aprendeu sobre os conceitos de produção mais limpa e soube das madeiras certificadas durante uma aula na faculdade, não precisou de muito tempo para pensar possíveis aplicações para tal. Rapidamente, músico que é, percebeu que suas guitarras e violões eram compostas principalmente por madeira, mas que nunca havia ouvido falar sobre esse tipo de aplicação no segmento dos instrumentos musicais. Compartilhou essa idéia comigo, também músico desde pequeno, e juntos (acompanhados de outros dois companheiros – Jairo Neto e Renata Jakober) tratamos de pensar em outras possíveis soluções para as matérias primas e processos produtivos dos instrumentos.

Como foi a resistência que vocês enfrentaram para encarar o projeto? Tiveram mais apoio ou crítica?

O começo nunca é fácil. Foi preciso amadurecer muito a idéia para que ela ganhasse consistência suficiente, inclusive, para que nós acreditássemos no que tínhamos na mão. Em dado momento, chegamos a pensar em desistir. No entanto, fomos até o fim, e a idéia rendeu o primeiro lugar no Concurso de Empreendedorismo “Conexões Senac”, que acontece dentro da faculdade e é fechado para seus alunos. Esse prêmio serviu como prova de que o projeto era bom, e daí em diante partimos confiantes para concursos fora da faculdade.

Como vocês avaliam a participação no GV Intel? O que mais agregou para vocês e o projeto?

Os ganhos são inúmeros. Cada conversa, naquele ambiente, adiciona demais. Participantes, palestrantes, jurados e convidados sempre têm a adicionar, e tudo o que se ouve será levado prá sempre. Amadurecemos demais o projeto, e a facilidade que se tem ao abordar possíveis clientes e parceiros quando se tem um cartão de visitas como o nosso (vencedores do desafio) é notória. Além disso, a chance de apresentar fora do país realmente aumenta em muito as chances de conseguirmos investidores que acreditem e apostem em nosso projeto.

Algum investidor já procurou vocês depois do desafio?

Na verdade, fizemos alguns contatos interessantes durante toda a competição. No entanto, é claro que depois da vitória, com os holofotes voltados para nós, a procura é maior. Ouvimos propostas interessantes, e estamos confiantes de que o projeto tem tudo para sair do papel.

Quais são os próximos passos? Além, é claro, da comemoração e da viagem para Califórnia?

Agora, temos pouco mais de 2 meses para refinar ainda mais o plano, e nos prepararmos para representar nosso país em terras estrangeiras. Certamente não será fácil, e sabemos que o nível será ainda mais alto. De qualquer forma, estamos animados com a chance de conhecer empreendedores de todo o mundo, e sabemos que a oportunidade de divulgar o projeto no exterior é praticamente única.

Vocês recomendam a participação em futuras edicões do Desafio GV Intel?

Acredito que concursos como esse, independente do resultado final, são a melhor forma de empreendedores amadurecerem suas idéias e se prepararem para enfrentar investidores, em um primeiro momento, e o mercado real – caso tudo dê certo. O aprendizado é enorme, e a vivência é fantástica. Somos gratos a todos que fizeram parte disso, e contamos com sua torcida para a fase internacional!

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