Muitos acham que ou a pessoa nasce empreendedora ou ela não serve para a coisa. Outros tantos acreditam que o empreendedorismo pode ser ensinado nas escolas, faculdades ou pela vida mesmo. O que você acha?
A resposta para isso pode até parecer sem importância, mas não é. Quando o empreendedor começa a querer dar um salto maior e inicia a subida da escada da construção de um negócio ambicioso os preconceitos com essa pergunta começam a fazer efeito.


Investidores que não acreditam que o empreendedorismo possa ser ensinado vão procurar no candidato a receber investimento os traços de personalidade (normalmente algumas desordens) que identificam um empreendedor nato. Se ele desenvolveu seu senso empreendedor de outra forma, vai ficar de mãos abanando. Estará certo o investidor ao escolher assim? Por que não?

Será que o culto ao empreendedor nato, serial, não acaba limitando as chances de quem resolveu dar uma guinada no meio do caminho para seguir uma carreira empreendedora depois de uma carreira executiva? Ou será que o próprio executivo se encheu de tantos preconceitos corporativos que ao tentar empreender começa a sabotar sua própria sorte?

Os exemplos de sucesso ou fracasso aparecem pelos dois lados e fica difícil responder se o empreendedorismo é inato ou se pode ser aprendido depois. Mesmo assim a pergunta continua sendo feita para investidores e professores e todos parecem querer uma resposta simples, é ou não é?

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