Os empreendedores brasileiros sabem bem como a nossa cultura do “se dar bem” não estimula os jovens a tentar empreender. Se fracassarem (todo empreendedor deve saber que irá fracassar em algum momento, é parte do processo) serão taxados de perdedores. Poucos sabem que esses fracassos só contribuem para a experiência e aprendizado do empreendedor.

Enquanto em vários países com amplo destaque empreendedor os fracassos são vistos como inerentes e parte importante da trajetória, aqui em terras de malandros, o fracasso é mal visto, sinal de fraqueza. Quanta estupidez!

O sucesso imediato é perigoso, engana, não ensina, mas todos o querem. Patético.

Quer um exemplo de como deveríamos encarar as tentativas fracassadas? O investidor Fred Wilson dá a dica. Leia esse post do Roger Ehrenberg. Não pare no final do texto dele, leia os comentários que escreveram para ele. É alí que um exemplo de cultura empreendedora construtiva se mostra.

crédito foto: Behrooz Nobakht

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